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Simefre promove seminário e posse da nova diretoria

Simefre promove seminário e posse da nova diretoria

O Simefre – Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários promoveu, em 27 de novembro, na Sala Fiesp, em São Paulo, o Seminário sobre o desempenho e resultado econômico dos setores industriais filiados e a apresentação das perspectivas para 2016.  Na ocasião, também ocorreu a posse da nova diretoria para 2015-2019, na qual José Antônio Martins permanecerá como presidente.

Hilário Kobayashi, executivo da Yamaha e diretor do Simefre; Eduardo Musa, CEO da Caloi e Vice-Presidente Secretário do Simefre; Alcídes Braga, sócio-diretor da Truckvan e Vice-Presidente do Simefre; José Antônio Martins, executivo da Marcopolo e presidente do Simefre; Vicente Abate, presidente da Abifer; Luiz Fernando Ferrari, executivo da Alstom e Vice-Presidente do Simefre; Auro Levorin, presidente da Levorin e Vice-Presidente Financeiro do Simefre e Antônio Lúcio Molognoni, tratou das relações trabalhistas e diretor do Simefre.

Hilário Kobayashi, executivo da Yamaha e diretor do Simefre; Eduardo Musa, CEO da Caloi e Vice-Presidente Secretário do Simefre; Alcídes Braga, sócio-diretor da Truckvan e Vice-Presidente do Simefre; José Antônio Martins, executivo da Marcopolo e presidente do Simefre; Vicente Abate, presidente da Abifer; Luiz Fernando Ferrari, executivo da Alstom e Vice-Presidente do Simefre; Auro Levorin, presidente da Levorin e Vice-Presidente Financeiro do Simefre e Antônio Lúcio Molognoni, tratou das relações trabalhistas e diretor do Simefre.

 

Estiveram presentes representantes dos setores metroferroviários (cargas e passageiros), bicicletas, motocicletas, peças, implementos rodoviários, ônibus e relações trabalhista, os quais abordaram os movimentos econômicos que o ano de 2015 proporcionou e as possibilidades para 2016.

As abordagens sobre implementos rodoviários foram feitas por Alcides Braga, sócio-diretor da Truckvan. Veículos de duas rodas também fizeram parte da  pauta: Eduardo Musa, CEO da Caloi, afirmou que “não se muda de comportamento se não mudar a estrutura”, ao se referir sobre as cidades e a mobilidades sobre bicicletas. Já Auro Levorin, presidente da Levorin, explanou que “o que mantem a atividade econômica do setor de peças é a reposição, até mesmo porque se torna mais econômico”.

Os resultados do setor metroferroviário no transporte de passageiros foram apresentados por Luiz Fernando Ferrari, executivo da Alstom. De acordo com a apresentação feita, o setor de veículos de passageiros está sendo afetado pela situação econômica, com reflexos já em 2015 pelo atraso em novas encomendas que, pela natureza e tipo de ciclo industrial, trará impactos na produção a partir de 2017. “A entrega de veículos de passageiros sofreu uma redução de 20% em relação ao previsto, com um volume total de 337 unidades (carros de passageiros, monotrilhos e VLTs – Veículos Leves sobre Trilhos). O ritmo de produção está sendo adequado ao novo volume esperado de encomendas”, finalizou Ferrari durante entrevista à Revista Sobre Trilhos.

Quanto ao setor de carga ferroviária, as análises foram apresentadas por Vicente Abate, presidente da Abifer – Associação Brasileira da Indústria Ferroviária. Apesar do cenário econômico do Brasil, Abate afirmou que “o desempenho da indústria ferroviário em 2015 foi satisfatório”. Analisou ainda que “o volume de vagões de carga deverá ter um aumento de 18% em relação à previsão para o ano, com a entrega de 4.708 unidades em 2015, mesmo volume entregue em 2014. Nas locomotivas, o volume a ser entregue no ano deverá chegar a 110 unidades, 22% acima da previsão, superior também às 80 locomotivas entregues em 2014”.

“O desempenho da indústria ferroviário em 2015 foi satisfatório.”

Fizeram parte da programação a palestra “Cenários Econômicos: o que esperar de 2016?”, com o Prof. Antônio Lanzana (USP – FEA) e a apresentação do Secretário Nacional de Transportes e Mobilidade Urbana, Dario Rais Lopes, do Ministério das Cidades, sobre a política de mobilidade urbana e o programa Pro-Transporte, da Caixa Econômica Federal.

Por Ana Lúcia Lopes

 


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