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Pacto para destravar Transnordestina

Pacto para destravar Transnordestina

TransnordestinaDe acordo com notícia veiculada quinta-feira pela Folha de Pernambuco, um grupo formado pelos ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, e de Transportes, Portos e Aviação, Maurício Quintella, e pelos governadores do Piauí, Wellington Dias, do Ceará, Camilo Santana, e de Pernambuco, Paulo Câmara, além do parceiro privado da intervenção, vai procurar o Tribunal de Contas da União (TCU) na tentativa de destravar a Ferrovia Transnordestina e garantir o cumprimento de todas as etapas necessárias para a retomada das obras. O empreendimento está há dez anos com o cronograma atrasado.

“Eu acho que demos um passo importante, a partir do momento em que todas as partes sentaram à mesa para iniciar um processo de busca de alternativas, de destravamento dos gargalos com uma obra que é fundamental”, destacou Câmara, ressaltando que, juntamente com os de mais, procurará dar esclarecimentos necessários ao TCU.

“Eu acho que demos um passo importante, a partir do momento
em que todas as partes sentaram à mesa para iniciar um processo
de busca de alternativas, de destravamento dos gargalos
com uma obra que é fundamental”

Paulo explicou ainda que já há uma garantia de R$ 300 milhões, por parte do Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor), e mais R$ 130 milhões, do Orçamento Geral da União (OGU) para a conclusão da Ferrovia. “E há, ao mesmo tempo, um acordo entre o parceiro privado e o Governo Federal para que, em todo o andamento da obra, seja disponibilizado 50% de parte de cada item deste. Então, isso dá uma engenharia necessária para a finalização da obra”, detalhou.

Esta semana, segundo matéria publicada no Estado de São Paulo, o governo havia concordado em aportar mais de R$ 1,4 bilhão para concluir a Transnordestina e que a CSN, sócia privada no empreendimento, prometia colocar mais R$ 1,8 bi até 2021. Sobre a questão, a pasta nacional informou que não houve liberação de recurso do Ministério. “O valor informado de R$ 1,4 bilhão corresponde ao remanescente dos recursos públicos ainda não aportado no empreendimento”.

imagem: wikimedia

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